Postados por Jonas Dí Bem - [...] A passagem do tempo, o tempo da realidade, a falta da paz, e o resumo do pó da saudade, aqui estamos, e aqui estaremos, em forma de poesias ou em formas de poemas![...]Jonas Dí Bem -Por Enquanto

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Horizonte

Desertas ruas
Curvas, turvas
Não preciso saber para onde seguir,
A única coisa que deve ser feita, é seguir.

Quando eu vivia nos sonhos
Não existia medo, nem mesmo amanhã
Sou refém do que componho,
Tudo bem, a vida é sã.

Palavras escondidas
Rimas escritas
Desejos, e paz

Sou, sou capaz
De esquecer o ontem
E olhar pra algum horizonte...

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Um alguém + ou menos

Lembra de mim?
Palavras que não se esquece.
A cabeça é mais forte e entorpece.
O único início, sem seu fim.

Guerras frias, gripe aguerrida,
Vidas sofridas, palavras contidas.
Sei que tenho meus vícios,
Vícios de linguagem,

Tudo precisa de passagem,
Pra Lua, pra esquina, São Thomé das Letras.
Lama em Cabrobó, nossas Gerais.
Tudo se resume, a Cruz, o retardado,
O começo e o retrato, as religiões e o passado!

Gaiolas mentais, palavras programadas,
São só perguntas musicadas, sem notas com pestanas.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

O futuro

Somos sonhos e planos.
Somos vida e morte.

Somos Fulanos e Ciclanos.
Somos a ordem e desordem.

O fraco e o forte.
O vinho e o cálice.

Somos o que sempre queremos.
Queremos ser o que não fomos.

Desenhistas de constelações poética.
Anarquistas de cidades incompletas.

Somos o produto da ilusão.
Às vezes somos à própria solidão.

Mas ainda somos, o futuro.
Ainda somos, o futuro.

Somos, o futuro.
O futuro...

Jonas Dí Bem

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

A vida lá fora

Tudo que escrevo
Tudo que recebo
Todo meu momento
Minha liberdade, meu tempo.

Sonetos são só sonetos,
E a paz do enganador, em trabalhar
Faz o líquido principal deságua,
Em bocas e louças, em roupas!

A vida lá fora anda chata,
Política, polícia e milícias.
O povo esquece o que têm de bom, malícia.

E o planejamento destrói o amor,
Formam comissões de dês(ética)
Cultivando o fim e o dês(amor).

Jonas Dí Bem

sábado, 4 de julho de 2015

M(EUS)onhos

Acorde para vida, dizia ela,
Acordei pra poesia, respondi!
O desenho da paz se fez no pensamento,
O mundo na palma da minha loucura,
Se é que loucura possui mãos!
Não vou escrever amor, vou descrever aroma,
Cheiro e sonhos, o pensamento propõe,
LIBERDADE, acima de tudo, para pensar,

Agir, sonhar e ACREDITAR!

Jonas Dí Bem

Rimas

Frases e crases,
Sonhos e fases.
Rios de sonhos,
Mares de saudades,
A vida realmente é bela,
Observo da janela,
A minha pura liberdade.
São rimas, são rimas,
São rimas, nada mais que rimas...

27 anos, Julho de 2015.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Karolvida

Trinta e um de um mês, que chamo Dezembral,
Acabo fabricando neologismo, só você,
Beirando o primeiro de um mês, Janeiral.
E foi naqueles lábios, que meus pensamentos se perderam.
Foi numa virada, que minha vida virou, você!
Estranho é gostar da mesma música,
Cantada por um casal que se ama, All Star.
Eu curtindo versões de Nando, você, era da Eller.
Minha vida realmente virou-se em 1.82 de altura e paz!
Contagiante foi nosso primeiro beijo, marcas ficaram.
Santo André mais precisamente próximo a Rua Rio Grande do Norte,
Ficou pequeno para o que estava, para acontecer, nós!
E são dois que pra você se torna 11 afinal, somos UM e UM, não dois!
E cá estou, com minhas atitudes bobas e piegas demais,
E lá está você olhando e sorrindo, sorriso este que brilha mais que luz, do Sol.
E com essa virada, minha vida virou, você me fez viver os segundos, e ainda vivo!
Não preciso agradecer, nem preciso seguir regras pra fabricar Poemas ou Poesia,
O que lhe escrevo, é um EU apaixonado, nosso amor não tem regras,

Correções ortográficas e muito menos idiomas, o nosso amor tem VIDA!